MTEES
 x 

0
Vila Nova de Cerveira é um povoado localizado no norte de Portugal, conhecido por um original evento chamado “O Crochet Sai à Rua”. Isso começou a ser celebrado em 2015, quando a prefeitura local pediu a todos os habitantes que tricotassem peças para criar um projeto comum. O resultado foi tão bem-sucedido que, a partir daquele momento, durantes os meses de julho e agosto esta cidade é adornada com o trabalho que as pessoas fazem ao longo do ano. Os resultados são espetaculares e cada vez mais visitantes chegam ao local nessas datas para aprender mais sobre essa ideia criativa.

texto incrivel.club

fotos Crochet Sai Á Rua - Cerveira/ Facebook

fotos Crochet Sai Á Rua - Cerveira/ Facebook

fotos Crochet Sai Á Rua - Cerveira/ Facebook

fotos Crochet Sai Á Rua - Cerveira/ Facebook

fotos Crochet Sai Á Rua - Cerveira/ Facebook

Estresse profundo, crise profissional, vontade de fazer algo diferente. Muitos foram os motivos que levaram as personagens desta reportagem à paixão pelo bordado. Em contrapartida, características em comum as unem: elas aprendem e aperfeiçoam-se sozinhas, rascunham seus próprios desenhos e propõem criações livres, sem saber nomes de pontos ou técnicas. Com idades entre 25 e 37 anos, as bordadeiras contemporâneas exaltam a lentidão do artesanal. “Bordar exige que você se posicione em relação ao tempo e à vida digital”, confirma o artista Felipe Morozini, autor da série Pequeno Pensamento Burguês, bordada em tecidos toile de jouy. Para a psicóloga Ana Maria Rossi, doutora em gerenciamento de estresse e presidente da filial brasileira da International Stress Management Association, em Porto Alegre, RS, ao bordar afastamos a mente dos problemas, podendo enxergá-los como um aspecto temporário da vida, e não como a completude. “Assim como outros trabalhos manuais, bordar é também uma saída para obter satisfação individual e reconhecimento, algo que geralmente não recebemos no ambiente profissional”, completa. Na opinião da designer e ilustradora Ana Strumpf, que recentemente lançou novos produtos bordados à mão, estamos diante de uma expressão concreta do Movimento Slow, apontado por pesquisadores de tendências de comportamento e consumo, como a professora e pesquisadora Clotilde Perez, da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, ECA-USP.

Um aspecto fundamental do novo bordado é sua relação com a tecnologia. Ao mesmo tempo que falam sobre “desligar” e “desconectar”, as jovens artesãs usam a internet como eixo de desenvolvimento de trabalho: trocam e compartilham conhecimentos e, acima de tudo, utilizam as redes sociais como meio de exposição e comercialização de produtos. “A tecnologia abastece o movimento do feito à mão”, diz Samantha Shaw, fundadora da associação canadense Maker’s Movement, em Toronto. Muitas vezes visto como trabalho solitário, o novo bordado prova o contrário. Criado pela artista Kristen Shuler em Kansas City, nos Estados Unidos, o evento Eat, Drink and Stitch (Comer, Beber e Bordar) reúne pessoas em bares e restaurantes para a prática da atividade. No Brasil, há um ano e meio, uma turma de cinco designers e uma jornalista começou a se encontrar nas noites de quarta-feira para bordar. Chamado de Clube do Bordado, o grupo tem hoje mais de 26 mil seguidores no Instagram e tornou-se negócio. “Longe de ser algo inútil ou antiquado, bordar em grupo é um ato de resistência e troca política feminina”, diz Bianca Santana, jornalista, professora da Faculdade Cásper Líbero, em São Paulo, e pesquisadora de relações de gênero.

CLUBE DO BORDADO

Reunião toda semana para bordar, ouvir música e falar da vida. Assim nasceu o Clube do Bordado, do qual fazem parte as designers Renata Danio, Camila Lopes, Marina Dini, Vanessa Israrel, Laís Souza e a jornalista Amanda Zacarkim, todas com idade entre 26 e 29 anos. A despretensiosa ideia de marcar encontros para bordar virou profissão. Hoje, das seis integrantes, quatro vivem disso. “Damos cursos on-line, criamos coleções temáticas e fazemos trabalhos sob encomenda”, conta Renata. “Bordado é uma oportunidade de exercitar a paciência e o convívio com o erro”, afirma. Entre os temas bordados pelo Clube, destacam-se a valorização do feminino e a liberdade de gênero.

DICAS PARA COMEÇAR A BORDAR

* Comece com um projeto pequeno, para terminar logo e se animar com o próximo.

* Planeje a cartela de cores antes de começar, mas não se prenda a ela se não estiver ficando bom.

* Tenha bons materiais. Pano bom, agulha boa, linhas de qualidade. Matéria-prima é tudo, em qualquer trabalho manual.

* Deixe quitutes e água por perto para fazer pequenas pausas prazerosas.

* Escolha um lugar iluminado e aconchegante. Bordar em locais escuros prejudica a visão. * Idealize o que você vai fazer, onde e em que ordem. Mas saiba abandonar o que planejou e deu errado.

* Bordar com companhia é muito mais gostoso! Chame amigos para bordar e conversar.

* Guarde seu material com carinho, crie sua própria organização. Cada pessoa tem seu jeito. O importante é saber onde estão suas coisas quando precisar delas.

* Monte um kit de bordado prático para levar na bolsa, versão mini que caiba em uma nécessaire, para bordar naquelas horas perdidas do dia, no avião ou na sala de espera do médico.

* Tenha sempre uma almofada de agulhas e alfinetes, para não correr o risco de espetá-los no sofá ou na cama e acabar se machucando.

* A preguiça é inimiga do bordado: se não ficou bom, desmanche e recomece.

* Guarde os bordados que você começou e não terminou. Às vezes, depois de um tempo, você pode retomá-los com outro olhar.

* Por outro lado, não torne o abandono um hábito. É importante terminar. Não há nada mais gostoso que um bordado acabado.

* Faça um caderno de referências, com fotos, recortes de revista, embalagens, frases e tudo o que você gosta. Qualquer desenho pode virar bordado.

* Crie uma pasta no Pinterest e siga bordadeiras bacanas, a começar pelas que citamos na reportagem.

Fonte - revistacasaejardim.globo.com TEXTO MARIANA MELLO

Qual a peça do seu armário capaz de aliar conforto e estilo em uma única produção? A camiseta ou T-shirt provavelmente é o primeiro nome que vem à cabeça. Não é a toa que ela vem ganhando cada vez mais espaço nos looks das famosas e se adequa aos mais variados estilos. Do trabalho à festa, em 2018 elas vieram para ficar. Pensando nisso, elegemos algumas dicas para ajudar a usar - e abusar - da versatilidade das T-Shirts.

O segredo está na seleção das peças da produção e também nos acessórios, que, claro, devem estar sempre adequados ao lugar a ser frequentado. Fato é que dá para usar camisetas em composições mais formais sim, inclusive, em festas e baladas. Isso porque, dependendo da composição, a camiseta consegue revigorar o look e o streetstyle das temporadas de moda mais recentes atesta justamente isso.

Se você quer ousar, a ideia é mesclar o básico da T-Shirt com peças como saias saias midi ou lápis, por exemplo. Calças e vestidos em tecidos mais sofisticados, em couro, renda, brilho e seda também podem ser uma boa opção. A escolha do sapato certo arremata a graça e a elegância da produção. O que vale é deixar sua criatividade fluir e tirar da cabeça aquela ideia de que a T-Shirt é somente para looks básicos e casuais. Quando bem utilizada, ela será sua maior aliada!

FORMAS DE PAGAMENTO

ENTRE EM CONTATO

Mtees T-shirts bordadas
Enviamos para todo Brasil

Email: contato@mtees.com.br
WhatsApp: (16) 98157-4664
Fone: (16) 3412-8004

Horário de Atendimento:
Segunda a Sexta das 09:00 às 18:00

CNPJ: 27.727.301/0001-78